O fantasma de Esparta em sua última e devastadora aventura!
Palavras como “instintivo” e “brutal” são palavras comuns para descrever os jogos violentos de hoje em dia, mas essas não são nem o começo para descrever o significado de God of War III. Não consigo imaginar outros termos compatíveis para descrever como essa sensação “arranca-intestino” que essa besta mítica deixa quando você o controla para destruir inimigos mitológicos, para decepar divindades gregas ou para simplesmente entalhar um titã! Exagero? Que nada! Palavras assim são as únicas que são capazes de descrever Kratos nos últimos anos e God of War III não é só incrível porque é violento; é incrível porque trás essas experiências em formas nunca vistas antes!
Nesse game Kratos têm uma série de combos estilosos e bem elaborados, as mortes tem uma variedade de formas de acontecer tão vastas que o jogo está ainda mais sangrento e mais épico que nunca! Em anos desde God of War II, enquanto outros games tentavam se aproximar da sombra de Kratos e de seu estilo de luta, a equipe da Sony de santa Mônica, nos Estados Unidos, elevou a escala de intensidade a um nível que prova que Kratos é indisputavelmente o rei desse gênero de jogo
Algo incrível que acontece constantemente em God of War III Os monstros surgem de forma furtiva pelas sombras, titãs surgem através de muros e deuses de investidas divinas, tudo isso inserido na jogabilidade. Quando você acha que sabe o que está por vir, você verá uma seqüência única de acontecimentos ou uma mecânica nova para manter a experiência sempre inovadora! Até as mortes de combinações mudam para dar um ar cinematográfico para as mortes dos chefões.
God of War III continua exatamente de onde God of War II parou e sua apresentação cinematográfica está ainda mais incrível e refinada. Se você jogou os games anteriores da série você encontrará tudo o que você aprendeu a amar sobre Kratos e seu estilo de luta com espadas do mesmo jeito que nos games anteriores, porém tudo ainda melhor graças à integração de outros itens. Essas novidades (geralmente retiradas de adversários derrotados) permitirão que você possa correr para cima de inimigos atropelando cada um no seu caminho, possa paralisá-los, ou até mesmo ataques à distância, sendo que essas fontes se renovam com muita rapidez. Com isso você terá liberdade para usar tais ferramentas sem ter pena de gastá-las, abrindo novas possibilidades para combos. Usando isso em conjunto com as doces novas armas e manobras, Kratos torna-se um combatente ainda mais bruto!
O enredo é que teve lá suas pequenas mudanças. Onde antes o foco era em um único alvo, agora Kratos quer, como ele mesmo insiste em dizer nos trailers do jogo e no desenrolar do mesmo, espalhar o caos! Seu propósito em God of War III está diluído em diversos personagens e objetivos. Nada que seja muito de acompanhar. Ele quer caçar os deuses, matá-los, para poder passar por cima do corpo de um visando encontrar o próximo, até que o Olímpio trema! Simples não?
A fúria, a destruição e os pobres deuses destruídos, tudo se resume a isso! Desde 2005 quando Kratos chegou, todos querem vê-lo detonando em sua “simples” busca por vingança. E, após deixar uma bela quantidade de corpos pelo caminho em quatro jogos e três sistemas (2 no Playstation 2, um no PSP e agora no Playstation 3), essa busca finalmente chega a um fim. O que posso lhes dizer é que nem o fã mais frenético imaginou algo tão poderoso, tão belo e tão bom para concluir uma saga como essa! O Fantasma de Esparta retorna com chave de ouro e seria loucura você não terminar essa saga!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Bioshock 2 – Playstation 3 – Review
Bem-vindo de volta a Rapture!
Se você jogou o primeiro game da franquia Bioshock, seja bem-vindo novamente! Nas primeiras 10 horas de jogo você terá contato com elementos bastante familiares, porém tenha certeza que essa não será uma experiência ruim! É como voltar a um Shopping, você já tem uma noção do que vai encontrar pela frente, mas continua gostando do mesmo jeito. Do que estou falando? Cidade submersa, partes de áudios gravados por habitantes que você não tem certeza se ainda estão vivos ou mortos, Big Daddies protegendo as Little Sisters e o dilema de sempre, você vai salvar a Little Sister ou vai detoná-la para ter mais poderes? Bioshock 2 segue diretamente a linhagem de seu antecessor no início, usando uma fórmula de sucesso que manterá novatos e veteranos presos ao jogo e seu enredo.
Enredo? Vamos lá! Nesse game você assume o papel do primeiro Big Daddy, o que é explicado graças à cena cinematográfica inicial do jogo. Se não fosse por ela você poderia até achar que está jogando com o mesmo personagem do Bioshock original. Seu Big Daddy inicial parece que tem roupas feitas de couro, pois os splicers são uma ameaça para ele da mesma forma que para o protagonista do primeiro jogo, que era um simples humano. Daí você deve imaginar, será que o big Daddy que controlamos é tão poderoso quanto os demais encontrados no jogo? Aparentemente não...
Bem, mas uma coisa é certa, você tem a broca de perfuração à sua disposição! Sim, essa violenta forma de ataque faz com que os splicers tornem-se uma ameaça menor, porém esta arma gasta mais combustível do que a marreta, então após poucos usos você fica sem nada! Quando isso acontece, sua broca não passar de uma arma de dar pancadas como outra qualquer, então use-a com sabedoria!
A novidade entre os inimigos é a Big Sister! Ela age de uma forma meio Nemesis, da Resident Evil! Aparece sem avisar, lutar contra ela significa gastar todas as suas energias e você vai achar que nunca vai conseguir derrotá-la! Entretanto, por mais impossível que ela pareça ser, você conseguirá derrotá-la na primeira hora de jogo, e depois você enfrentará esse tipo de inimigo novamente como um chefão, no final de alguns estágios. Apesar dela não ser um antagonista da série, é um oponente desafiador, como os Big Daddies foram no primeiro game, mas nada que a prática e o tempo não resolvam! Desafios são sempre bons, não?
Lembram do “Hack tool”? Para quem nunca jogou a série, você tem como hackear câmeras para desligá-las, máquinas metralhadoras para trabalharem para você e máquinas de Power-ups para conseguir itens. Esse talento ainda continua disponível, sendo alguns quebra-cabeças de hack mais fáceis outros nem tanto. Dependendo do uso você poderá ter ajuda desses itens ou poderá entrar em sérios apuros com eles.
Após as primeiras 10 horas de jogo você entrará na aventura que realmente faz Bioshock 2 um jogo necessário à sua coleção. Os dois últimos atos do jogo são de tirar o fôlego! Uma reviravolta no roteiro mostra um lado desse universo jamais visto e que você nem sequer teria como imaginar, fazendo com que você queria jogá-lo ainda mais, recompensando as horas de batalhas suadas e trazendo um final de jogo simplesmente surpreendente!
Essa mudança crucial também traz novidades às dinâmicas de jogabilidade. Quando seus plasmids chegam ao nível máximo, a arma final do jogo é obtida e assim seu Big Daddy poderá se mover com total velocidade. Assim você se tornará no matador perfeito, capaz de derrubar diversos splicers, outros Big Daddies e até Big Sisters com uma única luta! Quando você mais achava que seu fim estava próximo, você se torna... Um Big Daddy de verdade!
Assim, quando seu verdadeiro potencial chega, você sente o brilho do jogo! Pena que tem que levar tanto tempo. As primeiras 10 horas de jogo não são ruins, não me entendam mal, só não são tão inovadoras e divertidas como no primeiro Bioshock. Os controles são tão bons como no primeiro game e os plasmids explosivos trazem a brutalidade de sempre. Mas depois que você atinge o verdadeiro poder do Big Daddy, o jogo é outro! Muito mais empolgante e muito mais divertido de se jogar!
Infelizmente o mesmo não pode ser dito do multiplayer do jogo. Ele tem um sistema de recompensas bem divertido e interessante, mas a funcionabilidade das armas não é tão legal assim e os plasmids limitados destroem o fator estratégia da partida. Ao usar as Little Sisters, que não param de gritar e chutar o tempo todo, como flags é uma alternativa interessante, mas as armar continuam sendo um incomodo. Se você conseguir se divertir sem se incomodar com esse fato, então o multiplayer poderá reder várias horas de jogo, pois se leva muito tempo até conseguir alcançar o último nível de upgrade, nível 40!
Se o seu interesse é a experiência single-player, que realmente fez os fãs esperarem tanto pelo jogo tenha certeza que é um jogo que vale a pena, apesar do início mais lento. Bioshock 2 é uma ótima seqüência, que agradará a qualquer fã de games Shooter!
by: hiago sousa
Se você jogou o primeiro game da franquia Bioshock, seja bem-vindo novamente! Nas primeiras 10 horas de jogo você terá contato com elementos bastante familiares, porém tenha certeza que essa não será uma experiência ruim! É como voltar a um Shopping, você já tem uma noção do que vai encontrar pela frente, mas continua gostando do mesmo jeito. Do que estou falando? Cidade submersa, partes de áudios gravados por habitantes que você não tem certeza se ainda estão vivos ou mortos, Big Daddies protegendo as Little Sisters e o dilema de sempre, você vai salvar a Little Sister ou vai detoná-la para ter mais poderes? Bioshock 2 segue diretamente a linhagem de seu antecessor no início, usando uma fórmula de sucesso que manterá novatos e veteranos presos ao jogo e seu enredo.
Enredo? Vamos lá! Nesse game você assume o papel do primeiro Big Daddy, o que é explicado graças à cena cinematográfica inicial do jogo. Se não fosse por ela você poderia até achar que está jogando com o mesmo personagem do Bioshock original. Seu Big Daddy inicial parece que tem roupas feitas de couro, pois os splicers são uma ameaça para ele da mesma forma que para o protagonista do primeiro jogo, que era um simples humano. Daí você deve imaginar, será que o big Daddy que controlamos é tão poderoso quanto os demais encontrados no jogo? Aparentemente não...
Bem, mas uma coisa é certa, você tem a broca de perfuração à sua disposição! Sim, essa violenta forma de ataque faz com que os splicers tornem-se uma ameaça menor, porém esta arma gasta mais combustível do que a marreta, então após poucos usos você fica sem nada! Quando isso acontece, sua broca não passar de uma arma de dar pancadas como outra qualquer, então use-a com sabedoria!
A novidade entre os inimigos é a Big Sister! Ela age de uma forma meio Nemesis, da Resident Evil! Aparece sem avisar, lutar contra ela significa gastar todas as suas energias e você vai achar que nunca vai conseguir derrotá-la! Entretanto, por mais impossível que ela pareça ser, você conseguirá derrotá-la na primeira hora de jogo, e depois você enfrentará esse tipo de inimigo novamente como um chefão, no final de alguns estágios. Apesar dela não ser um antagonista da série, é um oponente desafiador, como os Big Daddies foram no primeiro game, mas nada que a prática e o tempo não resolvam! Desafios são sempre bons, não?
Lembram do “Hack tool”? Para quem nunca jogou a série, você tem como hackear câmeras para desligá-las, máquinas metralhadoras para trabalharem para você e máquinas de Power-ups para conseguir itens. Esse talento ainda continua disponível, sendo alguns quebra-cabeças de hack mais fáceis outros nem tanto. Dependendo do uso você poderá ter ajuda desses itens ou poderá entrar em sérios apuros com eles.
Após as primeiras 10 horas de jogo você entrará na aventura que realmente faz Bioshock 2 um jogo necessário à sua coleção. Os dois últimos atos do jogo são de tirar o fôlego! Uma reviravolta no roteiro mostra um lado desse universo jamais visto e que você nem sequer teria como imaginar, fazendo com que você queria jogá-lo ainda mais, recompensando as horas de batalhas suadas e trazendo um final de jogo simplesmente surpreendente!
Essa mudança crucial também traz novidades às dinâmicas de jogabilidade. Quando seus plasmids chegam ao nível máximo, a arma final do jogo é obtida e assim seu Big Daddy poderá se mover com total velocidade. Assim você se tornará no matador perfeito, capaz de derrubar diversos splicers, outros Big Daddies e até Big Sisters com uma única luta! Quando você mais achava que seu fim estava próximo, você se torna... Um Big Daddy de verdade!
Assim, quando seu verdadeiro potencial chega, você sente o brilho do jogo! Pena que tem que levar tanto tempo. As primeiras 10 horas de jogo não são ruins, não me entendam mal, só não são tão inovadoras e divertidas como no primeiro Bioshock. Os controles são tão bons como no primeiro game e os plasmids explosivos trazem a brutalidade de sempre. Mas depois que você atinge o verdadeiro poder do Big Daddy, o jogo é outro! Muito mais empolgante e muito mais divertido de se jogar!
Infelizmente o mesmo não pode ser dito do multiplayer do jogo. Ele tem um sistema de recompensas bem divertido e interessante, mas a funcionabilidade das armas não é tão legal assim e os plasmids limitados destroem o fator estratégia da partida. Ao usar as Little Sisters, que não param de gritar e chutar o tempo todo, como flags é uma alternativa interessante, mas as armar continuam sendo um incomodo. Se você conseguir se divertir sem se incomodar com esse fato, então o multiplayer poderá reder várias horas de jogo, pois se leva muito tempo até conseguir alcançar o último nível de upgrade, nível 40!
Se o seu interesse é a experiência single-player, que realmente fez os fãs esperarem tanto pelo jogo tenha certeza que é um jogo que vale a pena, apesar do início mais lento. Bioshock 2 é uma ótima seqüência, que agradará a qualquer fã de games Shooter!
by: hiago sousa
domingo, 14 de março de 2010
Tom Clancy's Splinter Cell: Conviction
Haja o que houver, proteja o PEM!
A essa altura você já deve saber muito bem que (a) o rancoroso e agora envelhecido Sam Fisher partiu em busca de vingança contra a sua própria organização, e também que (b) diversas mecânicas novas — como “last known position” e “mark and execute” — deve ditar o ritmo das coisas daqui para frente.
Do contrário, é hora de ver como exatamente esses novos elementos devem funcionar em um dos modos mais extremos de Splinter Cell: Conviction: Last Stand. A analogia é inevitável: trata-se do mesmo conceito básido do modo Horde, de Gears of War 2, ou ainda Firefight, de Halo: ODST. Ou seja, em meio a ondas e mais ondas de inimigos, dê um jeito de ser “o último homem em pé” quando a poeira baixar.
Haja o que houver, proteja o EMP!
Mas espera. O buraco aqui é um pouco mais embaixo. Quer dizer, sim, a ideia ainda é continuar vivo em um ambiente caótico onde os inimigos podem sair até mesmo de um vaso de flores. Entretanto, as características próprias de Last Stand aparecem graças ás possibilidade táticas e “stealth” de Conviction.
Em primeiro lugar, cabe aqui uma correção. Não apenas você deverá estar inteiro ao final das ondas de inimigos, mas também um portentoso, frágil e potencialmente caro emissor de pulsos eletromagnéticos. Em outras palavras, você deve ser o anteparo entre terroristas ensandecidos e o aparelho.
Mas tudo bem, ninguém esperaria muito realismo aqui. O próprio EMP — pulso eletromagnético, PEM em português — tem também a sua barra de energia; barra que decresce à medida que o aparelho é alvejado. Entretanto, caso você consiga proteger o aparelho e atravessar vivo uma onda de inimigos, a barra do EMP será levemente recarregada... Unicamente para agüentar a próxima leva de inimigos — que, é claro, torna-se progressivamente mais difícil, tanto em número e armas quanto em estratégias.
A todo o momento um medidor mostrará exatamente quantos terroristas ainda restam em uma onda. Dessa forma, você poderá planejar as suas táticas de acordo. Quando todos, por fim, estiverem comendo capins pixelizados pela raiz, o jogo dará alguns momentos de respiro para que você possa recarregar a arma e também colher a munição dos inimigos derrubados.
Preparando-se para as ondas
Assim como ocorre com outros modos em Conviction, antes de iniciar Last Stand você poderá escolher armas e armaduras que vão acompanhá-lo na aventura épica contra os terroristas sem fim. São cinco categorias: pistolas, alternativa, aparato primário, aparato secundário e uniforme.
Cada item vem acompanhado de estatísticas — poder de fogo e proteção, por exemplo—, as quais você poderá comparar antes de encarar o desafio. Isso vai depender bastante do seu estilo de jogo também. Quer dizer, o negócio é manter o clima “stealth” com armas silenciosas e eficases... ou mandar tudo pelos ares com colossos barulhentos e muito mais poderosos?
Ao final do modo, o jogo exibirá as tradicionais estatísticas com o seu desempenho. Aparecem então a pontuação ao final de cada rodada (onda), quanto você demorou para completar todo o desafio, etc. Todas as informações são, é claro, exibidas em uma parede — para acompanhar a diretiva estética do jogo.
Enfim, se o modo “quantos-inimigos-você-puder-aguentar” não é exatamente algo original, a concepção própria de Splinter Cell: Conviction certamente conseguiu conferir uma assinatura ao modo. São diversas possibilidades de estratégia graças às novas habilidades de Sam Fisher, além de um enorme emissor de pulsos eletromagnéticos que deve ser protegido a todo o custo. Enfim, algo que Marcus Fenix provavelmente teria mais dificuldades para realizar.
Splinter Cell: Conviction tem lançamento programado para 13 de abril de 2010.
A essa altura você já deve saber muito bem que (a) o rancoroso e agora envelhecido Sam Fisher partiu em busca de vingança contra a sua própria organização, e também que (b) diversas mecânicas novas — como “last known position” e “mark and execute” — deve ditar o ritmo das coisas daqui para frente.
Do contrário, é hora de ver como exatamente esses novos elementos devem funcionar em um dos modos mais extremos de Splinter Cell: Conviction: Last Stand. A analogia é inevitável: trata-se do mesmo conceito básido do modo Horde, de Gears of War 2, ou ainda Firefight, de Halo: ODST. Ou seja, em meio a ondas e mais ondas de inimigos, dê um jeito de ser “o último homem em pé” quando a poeira baixar.
Haja o que houver, proteja o EMP!
Mas espera. O buraco aqui é um pouco mais embaixo. Quer dizer, sim, a ideia ainda é continuar vivo em um ambiente caótico onde os inimigos podem sair até mesmo de um vaso de flores. Entretanto, as características próprias de Last Stand aparecem graças ás possibilidade táticas e “stealth” de Conviction.
Em primeiro lugar, cabe aqui uma correção. Não apenas você deverá estar inteiro ao final das ondas de inimigos, mas também um portentoso, frágil e potencialmente caro emissor de pulsos eletromagnéticos. Em outras palavras, você deve ser o anteparo entre terroristas ensandecidos e o aparelho.
Mas tudo bem, ninguém esperaria muito realismo aqui. O próprio EMP — pulso eletromagnético, PEM em português — tem também a sua barra de energia; barra que decresce à medida que o aparelho é alvejado. Entretanto, caso você consiga proteger o aparelho e atravessar vivo uma onda de inimigos, a barra do EMP será levemente recarregada... Unicamente para agüentar a próxima leva de inimigos — que, é claro, torna-se progressivamente mais difícil, tanto em número e armas quanto em estratégias.
A todo o momento um medidor mostrará exatamente quantos terroristas ainda restam em uma onda. Dessa forma, você poderá planejar as suas táticas de acordo. Quando todos, por fim, estiverem comendo capins pixelizados pela raiz, o jogo dará alguns momentos de respiro para que você possa recarregar a arma e também colher a munição dos inimigos derrubados.
Preparando-se para as ondas
Assim como ocorre com outros modos em Conviction, antes de iniciar Last Stand você poderá escolher armas e armaduras que vão acompanhá-lo na aventura épica contra os terroristas sem fim. São cinco categorias: pistolas, alternativa, aparato primário, aparato secundário e uniforme.
Cada item vem acompanhado de estatísticas — poder de fogo e proteção, por exemplo—, as quais você poderá comparar antes de encarar o desafio. Isso vai depender bastante do seu estilo de jogo também. Quer dizer, o negócio é manter o clima “stealth” com armas silenciosas e eficases... ou mandar tudo pelos ares com colossos barulhentos e muito mais poderosos?
Ao final do modo, o jogo exibirá as tradicionais estatísticas com o seu desempenho. Aparecem então a pontuação ao final de cada rodada (onda), quanto você demorou para completar todo o desafio, etc. Todas as informações são, é claro, exibidas em uma parede — para acompanhar a diretiva estética do jogo.
Enfim, se o modo “quantos-inimigos-você-puder-aguentar” não é exatamente algo original, a concepção própria de Splinter Cell: Conviction certamente conseguiu conferir uma assinatura ao modo. São diversas possibilidades de estratégia graças às novas habilidades de Sam Fisher, além de um enorme emissor de pulsos eletromagnéticos que deve ser protegido a todo o custo. Enfim, algo que Marcus Fenix provavelmente teria mais dificuldades para realizar.
Splinter Cell: Conviction tem lançamento programado para 13 de abril de 2010.
sábado, 6 de março de 2010
Prévia de Alien Vs Predator Para PC ,PS3 e Xbox 360
10 anos atrás, Rebellion supreendeu os jogadores de PC com um FPS baseado nas franquias Alien e Predador. Após isso, a produtora passou a última década apenas produzindo games de tiro medianos em comparação a sua melhor criação. Agora a produtora britânica espera se redimir com o retorno do seu maior trabalho para os consoles de nova geração, em parceria com a SEGA.
O conceito se mantém o mesmo. Aliens, um Predator e vários soldados (Colonial Marines) estão em conflito e você tem a oportunidade de jogar com todas as raças, porém dessa vez a história segue de modo linear, ao melhor estilo Call Of Duty, mudando as perspectivas após cada cenário.
A história é simples: Vários soldados se adentraram em um templo sagrado dos predadores, e acidentalmente acordaram a rainha dos Aliens. A primeira leva de Predadores jovens é completamente dizimada pelos Aliens e um Predador de elite é enviado para limpar a bagunça.
^O Predador
Foi mostrado um estágio do Predador, com uma promessa da revelação dos soldados na E3. O Predador é uma máquina de matar e apesar de ser todo equipado com a melhor de sua tecnologia, ele não é invencível. Percebemos rapidamente que o Predador não é nenhum Rambo e sim um caçador astuto, você não vai sobreviver atacando os Aliens cegamente e sem pensar.
Ele caça separando suas presas e as matando uma por uma, embora ele possa sobreviver a algumas investidas mais violentas se necessário.
Como ainda não foi visto como Aliens e Marines funcionam, é difícil imaginar como cada raça se encaixa neste jogo, em termos de aproveitamento e diversão, pois o Predador é um matador e aparentemente temos poucas chances quando jogarmos com outras raças.
^Visão de Jogo
O Predador conta com diversos tipos de visão: O infravermelho; Visão Alien, permitindo-o localizar Aliens em meio à densa floresta; porém a mais útil (e interessante) é a “Focus Vision”. Neste modo o Predador consegue todas as informações que lhe é necessário: Itens e suas presas sendo destacados, e onde se localiza seu principal objetivo.
Algumas funções interessantes também marcam presença, como medir o quanto seus movimentos causam de barulho, por meio de marcas pulsantes no cenário, e como visto antes, não há como sobreviver não sendo cuidadoso.
Esse tipo de visão ainda permite que você analise seus adversários um a um, analisando o quanto ele representa de ameaça a você, a longa e curta distância, e qual a arma que ele carrega. Na parte do demo em que jogamos, os soldados, equipados com shotguns, granadas, sinalizadores e rifles de plasma (Tecnologia dos predadores talvez), eram relativamente fáceis de se eliminar, embora em fases mais avançadas grupos maiores possam ser mais do que uma simples caçada de fim de semana. A estratégia é separá-los pouco a pouco, um bom exemplo é mimetizar a voz de um humano e atrair algum soldado despreparado.
^Agir… Furtivamente e Eficientemente
Agir sem ser visto é mais fácil, devido ao mecanismo de camuflagem do predador. Como nos filmes, um toque de um botão a ativa, embora isso não signifique que você irá ficar subitamente silencioso ou não será descoberto em diversas situações (Turrets podem lhe detectar com camuflagem), mas é um mecanismo prático.
Esta camuflagem exige um custo em energia. Quase todas as ferramentas do Predador utilizam este combustível, o suficiente para lhe preocupar durante as missões, você poderá encontrar geradores pelos cenários, e obter um pouco de energia com toda “Troféu” que você eliminar.
As armas do Predador constituem-se de dois pares de lâminas, uma em cada mão, para combate corpo-a-corpo. Uma das coisas mais impressionantes foi arrancar a espinha junto com o crânio de um soldado de uma só vez. Isso não irá lhe servir apenas como troféu, você terá de usar crânios de Marines para ter acesso a bases militares anteriormente inacessíveis por meio de mecanismos de reconhecimento de retina entre outros…
Em seu arsenal também se encontram uma infinidade de minas, mas devido a isso, você apenas pode usar duas por vez. Minas acabam por ser extremamente úteis contra soldados, pois não revelam sua posição.
A mais famosa arma do Predador também marca presença neste jogo: O canhão de plasma.
É a arma mais forte do jogo, e quando o inimigo se vê marcado por 3 pontos vermelhos, já é tarde demais. Os soldados irão reagir imediatamente ao vê-los, então é matar ou morrer. Há ainda um espaço vazio em seu inventário, possivelmente reservado para o bumerangue lâmina.
^“Se sangra, pode morrer.”
Após uma fase com apenas soldados, vamos ao encontro de nossos maiores adversários: Os Aliens. A parte mais desafiante do jogo começa exatamente neste ponto, a selva está cheia destas criaturas sedentas por seu sangue e é necessário mais do que alguns brinquedos para derrubar um monstro (ou vários). Eles surgem das árvores, buracos da colônia e de todos os cantos da floresta.
Eliminá-los a longa distância é extremamente fácil, mas quando o combate se torna corpo-a-corpo à situação muda muito: Eles sangram ácido, então cortá-los é o mesmo que desejar um banho de ácido, é possível escapar se for apenas um inimigo, mas se tratando de Aliens, eles normalmente não andam sozinhos, espere hordas e hordas espreitando, atentos a mínima perturbação na floresta.
O ácido é a sua maior ameaça: Cortar Aliens em pedaços resulta em cabeças, pernas e até rabos espalhados pelo campo de batalha. Por mais que você os corte, eles irão morrer apenas quando suas cabeças estiverem destruídas, então espere alguns Aliens sem pernas se arrastando até você. E mais feridas resultam em mais ácido.
^Só isso?
Soldados e Aliens não sendo o suficiente, existem inimigos muito piores. O famoso (E mal aproveitado) Predalien voltou e não será algo simples como nos filmes, promete a Rebellion. E claro, aguardem pelo retorno da Rainha Alien.
Cada campanha funcionará de uma forma diferente, jogar como Soldado será como um survival-horror, Predador de uma forma mais furtiva e Alien de uma forma mais ofensiva.
Alien Vs. Predator está se revelando como um grande shooter. O visual se revela esplêndido e o conceito é impressionante. Informações sobre o multiplayer ainda não foram reveladas, além de que integrará até 16 jogadores, aguardem algo para a E3.
Aliens Vs. Predator sai no final deste ano para PC,Playstation 3, Xbox 360.
O conceito se mantém o mesmo. Aliens, um Predator e vários soldados (Colonial Marines) estão em conflito e você tem a oportunidade de jogar com todas as raças, porém dessa vez a história segue de modo linear, ao melhor estilo Call Of Duty, mudando as perspectivas após cada cenário.
A história é simples: Vários soldados se adentraram em um templo sagrado dos predadores, e acidentalmente acordaram a rainha dos Aliens. A primeira leva de Predadores jovens é completamente dizimada pelos Aliens e um Predador de elite é enviado para limpar a bagunça.
^O Predador
Foi mostrado um estágio do Predador, com uma promessa da revelação dos soldados na E3. O Predador é uma máquina de matar e apesar de ser todo equipado com a melhor de sua tecnologia, ele não é invencível. Percebemos rapidamente que o Predador não é nenhum Rambo e sim um caçador astuto, você não vai sobreviver atacando os Aliens cegamente e sem pensar.
Ele caça separando suas presas e as matando uma por uma, embora ele possa sobreviver a algumas investidas mais violentas se necessário.
Como ainda não foi visto como Aliens e Marines funcionam, é difícil imaginar como cada raça se encaixa neste jogo, em termos de aproveitamento e diversão, pois o Predador é um matador e aparentemente temos poucas chances quando jogarmos com outras raças.
^Visão de Jogo
O Predador conta com diversos tipos de visão: O infravermelho; Visão Alien, permitindo-o localizar Aliens em meio à densa floresta; porém a mais útil (e interessante) é a “Focus Vision”. Neste modo o Predador consegue todas as informações que lhe é necessário: Itens e suas presas sendo destacados, e onde se localiza seu principal objetivo.
Algumas funções interessantes também marcam presença, como medir o quanto seus movimentos causam de barulho, por meio de marcas pulsantes no cenário, e como visto antes, não há como sobreviver não sendo cuidadoso.
Esse tipo de visão ainda permite que você analise seus adversários um a um, analisando o quanto ele representa de ameaça a você, a longa e curta distância, e qual a arma que ele carrega. Na parte do demo em que jogamos, os soldados, equipados com shotguns, granadas, sinalizadores e rifles de plasma (Tecnologia dos predadores talvez), eram relativamente fáceis de se eliminar, embora em fases mais avançadas grupos maiores possam ser mais do que uma simples caçada de fim de semana. A estratégia é separá-los pouco a pouco, um bom exemplo é mimetizar a voz de um humano e atrair algum soldado despreparado.
^Agir… Furtivamente e Eficientemente
Agir sem ser visto é mais fácil, devido ao mecanismo de camuflagem do predador. Como nos filmes, um toque de um botão a ativa, embora isso não signifique que você irá ficar subitamente silencioso ou não será descoberto em diversas situações (Turrets podem lhe detectar com camuflagem), mas é um mecanismo prático.
Esta camuflagem exige um custo em energia. Quase todas as ferramentas do Predador utilizam este combustível, o suficiente para lhe preocupar durante as missões, você poderá encontrar geradores pelos cenários, e obter um pouco de energia com toda “Troféu” que você eliminar.
As armas do Predador constituem-se de dois pares de lâminas, uma em cada mão, para combate corpo-a-corpo. Uma das coisas mais impressionantes foi arrancar a espinha junto com o crânio de um soldado de uma só vez. Isso não irá lhe servir apenas como troféu, você terá de usar crânios de Marines para ter acesso a bases militares anteriormente inacessíveis por meio de mecanismos de reconhecimento de retina entre outros…
Em seu arsenal também se encontram uma infinidade de minas, mas devido a isso, você apenas pode usar duas por vez. Minas acabam por ser extremamente úteis contra soldados, pois não revelam sua posição.
A mais famosa arma do Predador também marca presença neste jogo: O canhão de plasma.
É a arma mais forte do jogo, e quando o inimigo se vê marcado por 3 pontos vermelhos, já é tarde demais. Os soldados irão reagir imediatamente ao vê-los, então é matar ou morrer. Há ainda um espaço vazio em seu inventário, possivelmente reservado para o bumerangue lâmina.
^“Se sangra, pode morrer.”
Após uma fase com apenas soldados, vamos ao encontro de nossos maiores adversários: Os Aliens. A parte mais desafiante do jogo começa exatamente neste ponto, a selva está cheia destas criaturas sedentas por seu sangue e é necessário mais do que alguns brinquedos para derrubar um monstro (ou vários). Eles surgem das árvores, buracos da colônia e de todos os cantos da floresta.
Eliminá-los a longa distância é extremamente fácil, mas quando o combate se torna corpo-a-corpo à situação muda muito: Eles sangram ácido, então cortá-los é o mesmo que desejar um banho de ácido, é possível escapar se for apenas um inimigo, mas se tratando de Aliens, eles normalmente não andam sozinhos, espere hordas e hordas espreitando, atentos a mínima perturbação na floresta.
O ácido é a sua maior ameaça: Cortar Aliens em pedaços resulta em cabeças, pernas e até rabos espalhados pelo campo de batalha. Por mais que você os corte, eles irão morrer apenas quando suas cabeças estiverem destruídas, então espere alguns Aliens sem pernas se arrastando até você. E mais feridas resultam em mais ácido.
^Só isso?
Soldados e Aliens não sendo o suficiente, existem inimigos muito piores. O famoso (E mal aproveitado) Predalien voltou e não será algo simples como nos filmes, promete a Rebellion. E claro, aguardem pelo retorno da Rainha Alien.
Cada campanha funcionará de uma forma diferente, jogar como Soldado será como um survival-horror, Predador de uma forma mais furtiva e Alien de uma forma mais ofensiva.
Alien Vs. Predator está se revelando como um grande shooter. O visual se revela esplêndido e o conceito é impressionante. Informações sobre o multiplayer ainda não foram reveladas, além de que integrará até 16 jogadores, aguardem algo para a E3.
Aliens Vs. Predator sai no final deste ano para PC,Playstation 3, Xbox 360.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O Oscar do LittleBigPlanet!
Todo mundo sabe que a criatividade deve ser reconhecida! E em alguns casos até mesmo premiada! E quando o assunto é LittleBigPlanet a imaginação é o limite.
Por isso a Media Molecule quer mostrar sua apreciação pelos fãs do jogo que trabalharam duro na criação de fases usando sua criatividade. Para isso basta visitar o Playstation Blog na sessão “2009 Sackies”, que são as várias premiações que serão dadas anualmente para “Os Melhores Visuais e Uso de Efeitos Especiais em uma Estágio” e outras coisas como “Melhor Criação Inovadora”, “Melhor Jogabilidade em um Estágio”, etc.
E você realmente deveria votar no “Estágio do Ano” (Level of the Year), observando os nomeados para tal premiação. E você? Criou algum estágio para LittleBigPlanet? Se sim, você poderá participar dessas premiações ano que vem! Senão, o que está esperando? Ainda está em tempo!
Por isso a Media Molecule quer mostrar sua apreciação pelos fãs do jogo que trabalharam duro na criação de fases usando sua criatividade. Para isso basta visitar o Playstation Blog na sessão “2009 Sackies”, que são as várias premiações que serão dadas anualmente para “Os Melhores Visuais e Uso de Efeitos Especiais em uma Estágio” e outras coisas como “Melhor Criação Inovadora”, “Melhor Jogabilidade em um Estágio”, etc.
E você realmente deveria votar no “Estágio do Ano” (Level of the Year), observando os nomeados para tal premiação. E você? Criou algum estágio para LittleBigPlanet? Se sim, você poderá participar dessas premiações ano que vem! Senão, o que está esperando? Ainda está em tempo!
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Star Wars Battlefront: Renegate Squadron – Preview- PSP
O que a grande saga de George Lucas está trazendo exclusivamente para o PSP?
Você gosta de shooters? Gosta de batalhas intergaláticas? Curte Star Wars? É fascinado pelas batalhas com sabre de luz? Bem, fã de Star Wars, prepare-se! Suas lightblasters e sabres de luz deverão estar prontas para a batalha interestelar via PSP que estará disponível a partir de 10 de outubro com o exclusivo jogo para o portátil da Sony, Star Wars Battlefront: Renegate Squadron!
Para que você tenha uma idéia do que vem por aí, você poderá jogar com até 8 jogadores via ad-hoc ou com até 16 pelo modo infrastructure do PSP, em partidas multiplayer que poderão ser preenchidas com Boots caso você não consiga completar a sala com amigos, e esse pequeno detalhe promete diversão garantida, seja você um fã ou não da série. A ação sempre se mantém constante nesse novo game, seja com 16 pessoas na sala ou com os Boots. Esses por sua vez são dotados de uma IA de impressionar, não devendo às demais IA das versões de Battlefront para os consoles de mesa.
O jogo estará repleto de modos de jogo, os mais variados, para todos os gostos. Dentre eles, Space Assault, Conquest, o clássico Capture the Flag e Hero Capture the Flag. Enquanto Space Assault, Conquest e Capture the Flag serão familiares para quem já jogou algum game da série Battlefront, Hero Capture the Flag é uma nova e interessante idéia para um conhecido modo de jogo. Nele, os jogadores poderão pegar mudar sua própria bandeira para um personagem famoso da série, como Mace Windu ou Darth Vader, dando a ele enormes poderes, porém colocando a bandeira mais próxima dos inimigos, já que você terá que atacá-los na forma de herói. Acredite, é algo inovador e realmente divertido!
O esquema de controle será algo ainda mais familiar para quem já tenha se divertido com os games anteriores da série Star Wars Battlefront, sendo que agora os jogadores se movimentarão com o analógico do PSP, deixando os demais botões para outras funções, como atirar, onde antes os botões serviam para mover a visão de seu personagem (porém, para quem já estava acostumado, ainda será possível jogar com esse mesmo esquema, bastando apenas selecioná-lo nas opções). O novo esquema de controle visa facilitar ainda mais a vida dos jogadores, já que segurando o botão R, você travará em no inimigo mais próximo.
Mas, se há algo que realmente irá empolgar os jogadores, isso é a customização de personagens! E não estamos falando apenas de modificar a aparência de seu personagem (que também será possível), como também na forma com que você joga com ele. Com essa novidade você não apenas escolhe uma classe para seu personagem, você poderá criar uma! Com isso, você poderá customizar o armamento, itens especiais, Power ups e ataques especiais de seu personagem. Com poucas horas de jogo, logo você perceberá qual seu estilo de jogo e assim você será capaz de criar o guerreiro perfeito para você!
Com isso, a customização transformará a experiência multiplayer ainda mais divertida do que os games anteriores. Algumas pessoas com certeza acharão o novo esquema de controles algo muito fácil, graças ao sistema de travamento em um inimigo próximo, mas essa foi a melhor solução para suprir a falta de um segundo analógico. Agora se prepare para lutar e mostrar que você é o melhor combatente da galáxia!
Você gosta de shooters? Gosta de batalhas intergaláticas? Curte Star Wars? É fascinado pelas batalhas com sabre de luz? Bem, fã de Star Wars, prepare-se! Suas lightblasters e sabres de luz deverão estar prontas para a batalha interestelar via PSP que estará disponível a partir de 10 de outubro com o exclusivo jogo para o portátil da Sony, Star Wars Battlefront: Renegate Squadron!
Para que você tenha uma idéia do que vem por aí, você poderá jogar com até 8 jogadores via ad-hoc ou com até 16 pelo modo infrastructure do PSP, em partidas multiplayer que poderão ser preenchidas com Boots caso você não consiga completar a sala com amigos, e esse pequeno detalhe promete diversão garantida, seja você um fã ou não da série. A ação sempre se mantém constante nesse novo game, seja com 16 pessoas na sala ou com os Boots. Esses por sua vez são dotados de uma IA de impressionar, não devendo às demais IA das versões de Battlefront para os consoles de mesa.
O jogo estará repleto de modos de jogo, os mais variados, para todos os gostos. Dentre eles, Space Assault, Conquest, o clássico Capture the Flag e Hero Capture the Flag. Enquanto Space Assault, Conquest e Capture the Flag serão familiares para quem já jogou algum game da série Battlefront, Hero Capture the Flag é uma nova e interessante idéia para um conhecido modo de jogo. Nele, os jogadores poderão pegar mudar sua própria bandeira para um personagem famoso da série, como Mace Windu ou Darth Vader, dando a ele enormes poderes, porém colocando a bandeira mais próxima dos inimigos, já que você terá que atacá-los na forma de herói. Acredite, é algo inovador e realmente divertido!
O esquema de controle será algo ainda mais familiar para quem já tenha se divertido com os games anteriores da série Star Wars Battlefront, sendo que agora os jogadores se movimentarão com o analógico do PSP, deixando os demais botões para outras funções, como atirar, onde antes os botões serviam para mover a visão de seu personagem (porém, para quem já estava acostumado, ainda será possível jogar com esse mesmo esquema, bastando apenas selecioná-lo nas opções). O novo esquema de controle visa facilitar ainda mais a vida dos jogadores, já que segurando o botão R, você travará em no inimigo mais próximo.
Mas, se há algo que realmente irá empolgar os jogadores, isso é a customização de personagens! E não estamos falando apenas de modificar a aparência de seu personagem (que também será possível), como também na forma com que você joga com ele. Com essa novidade você não apenas escolhe uma classe para seu personagem, você poderá criar uma! Com isso, você poderá customizar o armamento, itens especiais, Power ups e ataques especiais de seu personagem. Com poucas horas de jogo, logo você perceberá qual seu estilo de jogo e assim você será capaz de criar o guerreiro perfeito para você!
Com isso, a customização transformará a experiência multiplayer ainda mais divertida do que os games anteriores. Algumas pessoas com certeza acharão o novo esquema de controles algo muito fácil, graças ao sistema de travamento em um inimigo próximo, mas essa foi a melhor solução para suprir a falta de um segundo analógico. Agora se prepare para lutar e mostrar que você é o melhor combatente da galáxia!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
demonstraçao do MEU PS2 Slim .
Fala galera do Blog Word Games.Trago hoje para vocês o vídeo comentado do meu ps2 slim .
Comentem !!!!!!!!
Fiquem com o video .
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